terça-feira, 12 de maio de 2015

Das duas, três

Ou eu sou uma simpática do Caraças, ou sou mesmo uma sortuda e tenho a sorte de me cruzar com pessoas super simpáticas. Este fim de semana cruzei-me com várias pessoas a trabalhar em locais públicos com uma simpatia exemplar. Confesso que não tenho muita queixa nesse tema, mas há quem se queixe e muito. Por isso ou sou uma sortuda, ou simplesmente sou naturalmente simpática e os outros respondem-me na mesma medida, não sei! 

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Hora de balanço

Três meses já lá vão, outros três tenho pela frente por isso parece-me uma boa altura para fazer um balanço da situação atual.
Viver longe dos meus não é, de todo, a minha praia. Posso estar numa cidade em que tudo está à distância de um abrir e fechar de olhos, posso ter a vida muito facilitada em questões práticas do dia-a-dia mas, mas depois falta-me o essencial. Faltam-me os meus, ver caras familiares, a ti Maria lá da terra, a cusca da vizinha que se mete onde não é chamada, acima de tudo falta-me o calor humano dos meus pilares que me prendem à terra. Por isso, com três meses já passados e outros três para viver por cá, tenho a certeza que não nasci para viver na cidade nem longe dos meus. Em julho volto de vez ao norte!

quarta-feira, 15 de abril de 2015

sexta-feira, 10 de abril de 2015

É o fim do mundo em cuecas...

São vestidos que mudam de cor, uns vêem o vestido Azul e Preto e outros Branco e Dourado.
São gatos que ninguém sabe se sobe ou se desce.
Eu acho que é apenas falta de assunto ou do que fazer, mais nada.

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Ah, para mim o vestido é, obviamente, branco e dourado e o gato está a descer.

domingo, 8 de março de 2015

Ai o caraças!!!

Alguém sabe qual é a legislação em vigor sobre caixas prioritárias(de supermercado, p. ex)? 
Na minha otica de cidadã, penso que elas devem existir para facilitar a vida dos seus utentes, ou seja terem prioridade na hora de efetuar o pagamento das contas, porque de alguma forma estão numa condição que lhes dá esse direito. Pois que hoje, num dos supermercado da Sonae, um jovem portador de uma deficiência física viu-se obrigada a colocar-se numa fila de pagamento e esperar pela sua vez, porque a caixa de prioridade estava, imagine-se, fechada!!!! Ora, num supermercado com cinco ou seis caixas abertas teria alguma dificuldade em que uma dessas fosse a caixa prioritária? O jovem que falo, estava a tras de mim e dei-lhe a prioridade como o meu bom senso me disse para fazer, ao que referi que não percebia porque não tinham a caixa prioritária a aberta e me responde esse jovem: está sempre fechada! Pois que ao chegar junto da funcionária da caixa e, esta, ao ver que o me agradeceram por ter dado prioridade agradeceu também e eu, que tenho a mania que não consigo ficar calada, ripostei que não percebia porque tinham a caixa fechada. Resposta da excelentissima funcionária (que não vou referir o nome, embora me apetecesse muito): Quando alguém precisar da caixa prioritária vai ao balcão pedir e vem alguém atender, não vamos ter uma pessoa na caixa prioritária todo o dia!!!!!  
Oi? Desculpe? Então em vez de facilitar, complicam, é isso?
E pronto, o hipermercado Continente da Lixa (Felgueiras) tem caixa prioritária bem sinalizada, mas na verdade é o mesmo que não ter porque se alguém precisar dela tem que avisar que vai ao hipermercado para ter alguém na caixa prioritária à espera para o/a atender, ou então tem que se deslocar ao balcão antes de fazer o pagamento das suas compras para poder usufruir de um direito que supostamente serve para facilitar a vida de pessoas com condições fisicas especiais...

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

E de um momento para o outro

a tua vida vira-se toda do avesso

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E descobres, que provavelmente, o avesso é o lado certo da vida.

Lugar comum, mas verdadeiro.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Se a vida tivesse banda sonora #2

A minha era esta neste momento



Ai que tristeza, esta minha alegria
Ai que alegria, esta tão grande tristeza
Esperar que um dia eu não espere mais um dia
Por aquele que nunca vem e que aqui esteve presente
Ai que saudade
Que eu tenho de ter saudade
Saudades de ter alguém
Que aqui está e não existe
Sentir-me triste
Só por me sentir tão bem
E alegre sentir-me bem
Só por eu andar tão triste
Ai se eu pudesse não cantar "ai se eu pudesse"
E lamentasse não ter mais nenhum lamento
Talvez ouvisse no silêncio que fizesse
Uma voz que fosse minha cantar alguém cá dentro
Ai que desgraça esta sorte que me assiste
Ai mas que sorte eu viver tão desgraçada
Na incerteza que nada mais certo existe
Além da grande certeza de não estar certa de nada

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Viver num instantinho

A senhora de vermelho, corre para apanhar o autocarro.
O senhor do casaco castanho, acelera o passo porque o vermelho para peões acabou de cair.
O jovem de bicileta, na sua pressa de sempre, quase que atropela o "velho" que foi, rápidamente, passear o cão até ao jardim.
O menino corre, porque começaram a cair as primeiras pingas de chuva.
"Por favor, por favor" é a menina que acena para o táxi!

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Eu sei que esta é a correria de um dia normal na cidade, mas eu que tenho os costumes da aldeia cravados nas veias, não me consigo entender neste fernesim desenfreado.
Fazer tudo num instantinho!
E com tanto instantinho a vida passa ao lado, destes e outros, num intantinho. É uma pressa desmedida, para ir a qualquer lado, para fazer qualquer coisa. É viver a vida num instantinho, apenas!