quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Pessoas que... #3

Usam leggings transparentes (mesmo que seja no ginásio só), a noção de ridículo é uma cena que não vos assiste, pois não? ME DO...

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Eishhhhh já são 34!!!




Nos meus 33:
Ri com os amigos, a família e sozinha por vezes.
Chorei! Chorei de raiva, de desilusão, de tristeza e de alegria até. 
Viajei muito, saldo positivo na check list de sítios a visitar (a repetir nos 34, espero eu!)
Li pouco, gostava de ter lido mais confesso, preciso de renovar a minha "frota" de livros.
Zanguei-me comigo mesma várias vezes, com os meus, com a vida e com desconhecidos também, mas rapidamente fiz as pazes com todos, não há rancor algum.
Enchi o peito de ar, ganhei coragem e disse tudo o que me ia na alma, pela primeira vez. Sim foi a primeira vez que o fiz e foi bastante libertador, confesso. 
Fui à luta contra ventos e tempestades, sem baixar os braços e soube-me bem não desistir na primeira contrariedade, poder constatar que sou eu que comando o meu barco e ninguém me diz o contrário, não deixo.
Fiz novas amizades que se revelaram ótimas surpresas e outras ficaram para trás, mas aceito, aceito isso como o percurso normal da vida, faz parte.
Dei gargalhadas daquelas que nos fazem doer a barriga e o que eu gosto de gargalhar!
Desiludi-me com algumas pessoas que me mostraram que não eram aquilo que eu imaginei, provavelmente também alguém se desiludiu comigo não sei.
Dei abraços, daqueles que nos enchem a alma.
Vi a nossa selecção sagrar-se campeã europeia, que sensação! Foi brutal.
Gritei "Força Portugal" como se não houvesse amanhã e fiquei sem voz, mas #quesefoda
Aprendi da pior maneira possível que não devemos confiar em todos os que se cruzam no nosso caminho, alguém pode nos tirar o tapete sem razões aparentes e isso doí, como doí!
Enchi os meus de mimos e eles encheram-me a mim de mimos também, isso é simplesmente do melhor.
Não foi um ano fora do vulgar, mas posso afirmar que foi um ano espectacular e intenso no campo das vivências e emoções, o saldo é positivo, espero que os 34 sejam semelhantes aos 33, mas se poderem melhorar um bocadinho também não era nada mau. Agora é seguir em direção aos 35...


NOTA DE RODAPÉ: Isto deveria ter vindo para aqui há umas semanas, mas como não tenho ligado muito a este bichinho ficou pendente até hoje. A ordem cronológica dos factos é completamente aleatória.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

sábado, 18 de junho de 2016

Pessoas que...

Se escandalizam quando não conhecemos uma música de um dos membros do clã Carreira, vocês assustam-me!

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Finalistas sim, mas nem tanto...

Ser finalista está na moda! Eu ainda sou do tempo em que se era finalista apenas duas vezes na vida, com um percurso escolar dentro dos parâmetros normais claro, hoje em dia já não é bem assim. Se formos contabilizar um estudante, nos dias que correm, é, no mínimo, finalista  cinco vezes (infantário, quarta classe, nono ano, décimo segundo ano e fim de curso)! Isto a contar que não ocorram repetições de anos e que entre no jardim de infância aos três anos e tire um curso superior.
Eu, como já estou a caminhar mais para o "cota", coitadinha de mim só fui finalista uma vez, sim sou a mãe dos azares e não tive direito a festa de finalista no décimo segundo, exatamente nesse ano o colégio resolveu fazer gazeta às festas de finalistas, azares da vida!!!
Quando fui finalista no final do meu percurso académico gozei o momento com imensa satisfação, alegria e alguma emoção à mistura. No meu dia D, não me lembro sequer de chorar, sentia-me realmente feliz por ter terminado um percurso pautado por esforço, desânimos, vitórias, obstáculos, desilusões e por fim a glória de finalizar, só me lembro de me emocionar quando os meus pais me entregaram as dedicatórias deles, emoção forte mas uma emoção de alegria por ver o orgulho dos meus pais no meu percurso.
Com isto de ser finalista varias vezes durante a vida, acho que esta emoção, esta alegria de vencer talvez desapareça um pouco, há uma espécie de habituação à palavra finalista. Poderia ser um problema, que também o é um pouco, mas isto é o de menos.
No jardim de infância ser finalista é um momento que passa quase despercebido ao/à próprio/a, é um momento de babar para os pais, padrinhos, avós, etc, etc. No nono ano, em plena aborrescência, ser finalista representa uma noite com os amigos e pouco mais. No décimo segundo, ano de concurso às universidades, acho que nem se desfruta da noite com os amigos, para os que querem seguir o percurso académico claro. O grande problema é ser finalista no quarto ano! Um momento que, supostamente, devia ser de festejos pode se tornar num verdadeiro martírio. Digo isto depois das vivências de hoje onde a minha afilhada foi finalista, para ela e para os/as colegas hoje não foi um dia de festa, não foi um dia para festejar, não foi um dia em que se sentiram felizes por alcançar mais uma meta, não nada disso. Para ela e para os/as colegas hoje foi o dia que se despediram da professora! Foi o dia em que deixaram para trás a pessoa que os acompanhou durante quatro anos, a pessoas que os ensinou a ler e fazer contas, a pessoa que lhe deu mimo quando precisavam e que lhes ralhou quando se portaram menos bem, hoje foi o dia em que sentiram que tinham que deixar para trás alguém de quem tanto gostam. Se me senti orgulhosa de a ver receber uma cartola e um diploma? Sim, muito, não cabia em mim de tanto orgulho nela e no esforço e persistência para chegar a esta meta, mas também senti o coração apertadinho ver que ela, juntamente com os/as colegas, não conseguiu gozar o momento, não foi capaz de sentir a alegria de ter terminado este ciclo da vida dela. Isto não é ser finalista, isto é criar um momento de gozo para os pais e restante família expondo as crianças a um momento de agonia e tristeza.
À exceção do final de curso, acabem-se com as milhentas festas de finalistas já!

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Qualquer dia acontece mesmo

Sim, qualquer dia recebo uma carta de despedimento por justa causa. O motivo será o abandono do local de trabalho (Blog, entenda-se) e o absentismo no exercício das minhas funções.
O pior? É que têm mesmo razão.!
Mas também vir para aqui trazer lamúrias não me resolvem a vida, pois não?

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Ninguém me avisou, mas...

Ir ao ginásio é como assistir a uma aula de anatomia.
Descobri que tinha músculos em zonas que nem sequer imaginava!

Sim, na segunda semana dei sinal de fraqueza, ups! 

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Diz que está na moda #1

Diz que é o último grito na moda dos casamentos, casar longe e em segredo. Parece que os famosos, desta vida, vão todos de férias e vêm de lá casados, em segredo claro. 

Um dia atiro-me na loucura e faço o mesmo, no meu caso será tão, mas tão em segredo que nem eu própria tomarei conhecimento do acontecido, só para ser diferente. 

Nota de rodapé, enquanto escrevia isto no telemóvel, ele insistia  trocar segredo por degredo, provavelmente diz muito sobre o tema, não?

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Um dia

também tu vais reclamar, à grande com direito a palavrões e tudo, pelo facto do site das finanças estar a entrar em colapso.

Hoje é o dia!

...


...


Senhores que trabalhais por conta de outrem e estais a tratar do vosso IRS, situação que compreendo e até sou solidária com essa vossa terrível luta, deixai-me emitir um recibo por favor!
São só cinco minutinhos do vosso tempo e para mim dava tanto jeitinho neste momento.
Ajudai a que este momento, já por si bastante doloroso, não seja um martírio completo.
Ajudai, por favor! 

terça-feira, 29 de março de 2016

Senhores da Barclayscard #2

E quando achas que estes senhores esqueceram que tu existes e o teu número de telemóvel já não consta da lista deles, eles resolvem mostrar-te o quanto estás errada com um "telefonemasinho" só para te falar de uma nova campanha!

Sim, eles já não me ligavam há bué (isto foi pessoalmente)!
Sim, ontem lembrei-me que já não me ligavam há bué!
E sim, eles hoje ligaram-me só para mostrar quem manda afinal!


Raiosparta!